segunda-feira, 17 de outubro de 2011


E por falar em CORRUPÇÃO, saiba onde o galo canta (repito o que escrevi em maio) - Por Pedro Porfírio


Prioridade normal E por falar em CORRUPÇÃO, saiba onde o galo canta (repito o e:Pedro Porfírio que escrevi em maio) 

De: Pedro Porfírio  


Ponha uma coisa na cabeça: por trás dos corruptos, há uma poderosa indústria de corruptores



Se acontecimentos mais instigantes não me fizerem mudar a pauta, pretendo MOSTRAR AS VÍSCERAS DA CORRUPÇÃO, em matérias seguidas, oferecendo já a minha contribuição ao esforço para o melhor conhecimento dessa mazela que, infelizmente, vem sendo manipulada por uma  mídia que, no fundo, também vive dela.  Pra começar, repito o meu artigo publicado em 28 de maio, aqui mesmo nesta trincheira. Como sempre, estarei aberto ao debate e os comentários publicados não sofrerão qualquer censura no nosso blog.


"Depois de estudar 23 países, Raymond Baker, diretor de um think tank de Washington, elevou (as perdas com as fraudes) a US$ 2 trilhões, e conclui que 3% do total podem ser atribuídos à corrupção política, um terço ao crime organizado e entre 60% e 65% a manobras ilícitas de pessoas físicas e grandes empresas. Traduzindo: os ricos evadem o dobro do dinheiro que os políticos e o crime organizado juntos".
Marcos Oliveira e Sérgio Souto, colunistas do MONITOR MERCANTIL

  É curioso, mas a gente raramente vê na grande mídia falatório sobre as fraudes dos empresários grandalhões, assim como não se exibe os corruptores ao lado dos corrompidos - e, como qualquer rapazote sabe, no ritual da corrupção um não existe sem outro.

Está claro que a corrupção é um cancro que se espalha sob formas variadas. Mas a amplitude de sua genealogia é restrita a alguns especialistas cujas revelações são confinadas no âmbito de alguns círculos intelectuais.

Raymond Baker talvez tenha sido quem mais se aprofundou na devassa dos crimes de dilapidação do dinheiro público. Autor de O Calcanhar-de-Aquiles do Capitalismo: O Dinheiro Sujo e Como Reavivar o Sistema de Livre Mercado, ele hoje está á frente da Força-Tarefa sobre Integridade Financeira e Desenvolvimento Econômico, que reúne entidades da sociedade e cerca de 50 governos, ligados na investigação e análise do uso criminoso do dinheiro público e da sonegação institucionalizada.

Radiografia da grande corrupção

Em outubro de 2005, Baker escreveu: "Ao longo das últimas quatro décadas, foi sendo aperfeiçoada uma estrutura que facilita as transações financeiras internacionais ilegais. Essa estrutura de "dinheiro sujo" consiste em paraísos fiscais, jurisdições sigilosas, cobrança de preços por transferências, empresas de fachada, fundações anônimas, contas secretas, solicitação de lucros obtidos de fontes ilegítimas, propinas e brechas remanescentes nas leis dos países ocidentais que encorajam a entrada de dinheiro criminoso e decorrente da sonegação de impostos.
Apenas o esboço dessa estrutura já existia em 1960, por exemplo. Hoje, aproximadamente metade do comércio entre países envolve partes deste sistema, que frequentemente é usado para gerar, transferir e ocultar dinheiro ilegal. 
Muitas multinacionais e bancos internacionais fazem uso rotineiro dessa estrutura, que funciona ignorando ou desviando-se das tarifas, dos impostos, das leis financeiras e da legislação contra a lavagem de dinheiro. O resultado é pura e simplesmente a legitimação da ilegalidade".

Trabalhando com base nos estudos de Raymond Aron, John Christensen, do Secretariado internacional da Rede pela Justiça Fiscal, observou: "A sonegação de impostos corrompe os sistemas fiscais do Estado moderno e solapa a capacidade de prover serviços exigidos por sua cidadania. Isso representa a forma mais alta de corrupção, pois priva diretamente a sociedade de recursos públicos legítimos. Entre os sonegadores estão instituições e indivíduos que desfrutam de posições sociais privilegiadas, porém se consideram uma elite separada da sociedade e rejeitam "quaisquer obrigações intrínsecas à cidadania numa sociedade normal" (Reich, 1992).
Esse grupo inclui indivíduos ricos e pessoas de renda alta, além de uma infra-estrutura de colarinho branco de banqueiros profissionais, advogados e contadores, acompanhados de uma infra-estrutura extraterritorial de paraísos fiscais com sistemas de governo, judiciários e autoridades regulatórias quase independentes. 
Portanto, esse tipo de corrupção envolve um conluio entre atores do setor privado e público que exploram seu status privilegiado para solapar os regimes fiscais nacionais".

No caso da sonegação, esses estudiosos não se referem às empresas e às pessoas que são massacradas por um fisco insaciável, mas a quem mexe como muita grana, como os banqueiros, e pagam percentualmente muito menos do que pequenos e médios contribuintes pelas razões detectadas por eles.

Os grandes vilões do dinheiro sujo

É o que demonstrou Carlos Drummond, jornalista e professor da FACAMP: "Longe de ser atributo apenas de algumas pequenas corretoras, de distribuidoras d e valores obscuras, de escritórios de doleiros e de comerciantes e industriais isolados que se envolvem com sonegação, falsificações contábeis, contrabando, roubo de cargas, mercado negro e adulteração de produtos, a transgressão disseminou-se no mundo dos negócios a ponto de estar presente hoje em grande parte das transações entre empresas". 

E deu exemplo: "O quadro geral dos negócios denota um fenômeno profundo, como indicou um banqueiro paquistanês entrevistado por Baker: "Nós perdemos a distinção entre o que é legal e o que é ilegal. Ninguém odeia as pessoas que obtêm dinheiro através de meios ilegais. A sociedade não está agindo como uma coibidora". 

E disse mais: "As evidências do problema são abundantes. Fraudes, roubos, práticas corruptas, irregularidades contábeis, reduções fictícias de valores de ativos, crimes tributários, conflitos de interesses e outras transgressões cometidas por ícones como Citigroup, J.P. Morgan Chase, Enron, WorldCom, Bank of America, Bankers Trust, Bank of New York, Bankers Trust, Halliburton, Global Crossing, Arthur Andersen e mais de uma centena de outras grandes empresas de renome mundial no passado recente provocaram perdas para milhões de contribuintes, consumidores, aposentados e pequenos acionistas, tudo noticiado amplamente pela imprensa. O restante da América coleciona exemplos semelhantes, tanto na área financeira como na indústria, no comércio e nos serviços". 


Onde o dinheiro roubado faz falta

Quando se fala no Brasil em corrupção, os cálculos de seus danos se limitam às patifarias dos políticos, o que por si já causa enormes  estragos, apesar de representarwm apenas 3% do banquete das fraudes.

Em maio de 2010, O Decomtec (Departamento de Competitividade e Tecnologia) da Fiesp divulgou um estudo que deu uma dimensão dos pre juízos econômicos e sociais que a corrupção causa ao País.

Segundo dados de 2008, o custo médio anual da corrupção no Brasil gira em torno de R$ 41,5 bilhões a R$ 69,1 bilhões, o que representa de 1,38% a 2,3% do PIB (Produto Interno Bruto).

O estudo também mostrou que, se o Brasil estivesse entre os países menos corruptos do mundo, a renda per capita do País entre 1990 e 2008 - que foi US$ 7.954 - subiria para US$ 9.184, aumento de 15,5% na média do período, ou o equivalente a 1,36% ao ano.

O levantamento ainda traz simulações de quanto a União poderia investir, em diversas áreas econômicas e sociais, caso a corrupção fosse menos elevada.

Educação - O número de matriculados na rede pública do ensino fundamental saltaria de 34,5 milhões para 51 milhões de alunos. Um aumento de 47,%, que incluiria mais de 16 milhões de jovens e crianças.

Saúde - Nos hospitais públicos do SUS (Sistema Único de Saúde), a quantidade de leitos para internação, que hoje é de 367.397, poderia crescer 89%, que significariam 327.012 leitos a mais para os pacientes.

Habitação - O número de moradias populares cresceria consideravelmente. A perspectiva do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) é atender 3.960.000 de famílias; sem a corrupção, outras 2.940.371 poderiam entrar nessa meta, ou seja, aumentaria 74,3%.

Saneamento - A quantidade de domicílios atendidos, segundo a estimativa atual do PAC, é de 22.500.00. O serviço poderia crescer em 103,8%, somando mais 23.347.547 casas com esgotos. Isso diminuiria os riscos de saúde na população e a mortalidade infantil.




Infraestrutura - Os 2.518 km de ferrovias, conforme as metas do PAC, seriam acrescidos de 13.230 km, aumento de 525% para escoamento de produção. Os portos também sentiriam a diferença, os 12 que o Brasil possui poderiam saltar para 184 , um incremento de 1537%. Além disso, o montante absorvido pela corrupção poderia ser utilizado para a construção de 277 novos aeroportos, um crescimento de 1383%



Esses cálculos, repito, só tratam das perdas no uso do dinheiro público. Imagine se tais estudos contabilizassem o ralo da sonegação apontado nas investigações de Raymond Baker.

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domingo, 24 de julho de 2011

Partido Socialista português elege novo secetário-geral  

O Partido Socialista (PS) de Portugal elegeu neste domingo o deputado e professor universitário Antônio José Seguro para o cargo de secretário-geral da legenda, em substituição ao ex-primeiro-ministro José Sócrates. O novo líder dos socialistas lusos, que foi ministro em 2001 com o governo de Antônio Guterres, dirigirá o principal partido da oposição portuguesa, após a vitória dos conservadores nas eleições antecipadas de junho, que encerraram seis anos de poder do PS.

Seguro, que manteve uma discreta oposição a Sócrates, obteve apoio de 67,9% dos eleitores do partido, contra 32% de seu único adversário, Francisco Assis, ex-líder do grupo parlamentar socialista e considerado mais próximo do primeiro-ministro anterior. Em suas primeiras palavras aos militantes após saber de sua vitória, o novo líder socialista reiterou seu apoio ao cumprimento do severo programa de austeridade econômica assinado pelo governo socialista de Sócrates para conseguir o resgate financeiro do país.

No entanto, ele advertiu ao atual Executivo conservador que defenderá "as funções sociais do Estado" e não deixará de apresentar "soluções alternativas" aos problemas do país, que sofre a pior crise em suas mais de três décadas de democracia.

Seguro, de 49 anos, criticou a falta de sensibilidade social das medidas contra a crise aprovadas pelo atual primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, mas assegurou que sua oposição, embora "firme", será também "responsável, construtiva e leal".

Em relação a seu próprio partido, Seguro destaco que cogita promover a renovação interna e abrir um novo ciclo nos quadros socialistas com novos "protagonistas".
EFE
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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Princípio da Enfermagem Sistêmica, da Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética, de Rosalda Paim

(Extraído do livro "Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem")


                      Princípio da Enfermagem Sistêmica


                 A Teoria Geral dos Sistemas, ao postular a estrutura e o funcionamento sistêmico do Universo, cuja síntese é representada pela organização sistêmica dos seres brutos (sistema físico), dos seres vivos (sistema biológico) dos instrumentos (sistema tecnológico) e das associações humanas (sistema social), similarmente como o ser humano (sitema humano) é dotado de estrutura (anatomia) e funcionamento (fisiologia), ambas de caráter sistêmico, inspira a adoção da Enfermagem Sistêmica e, constitui seu alicerce fundamental. 


O Princípio da Enfermagem Sistêmica, aliado ao Princìpio da Enfermagem Ecólogica e ao Princípio da Enfermagem Cibernética, constituem o tripé no qual se apoia a Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem. 

  
     Corolário

     - Sistema de Enferagem - Em um universo sistêmico, interrelacionado, em que a sociedade, dia a dia, se torna mais estruturada como sistema, o Setor de Enfermagem deve ser designado e estudado sob a forma sistêmica (como subsistema do setor de Saúde e sub-subsistema do setor Social).

     A enfermagem constitui um subsistema do sistema industrial terciário (prestação de serviços), cujo produto final é a assistência de enfermagem.

     O subsistema de enfermagem representa o principal elo entre o sistema (família, comunidade, sociedade) e o sistema de saúde.

     O "telos" do sistema de enfermagem coincide com o do paciente (cliente) e com o do sistema de saúde, ou seja, "permitir que os indivíduos de uma sociedade mantenham, durante o maior tempo possível, o mais alto nível de saúde, permissível pelo seu potencial genético".

      Para atingir seu "telos", a enfermagem exerce as ações e os cuidados de enfermagem, que consistem na transferência de negentropia do sistema social, do sistema de saúde, do sistema de enfermagem e do proprio enfermeiro para o cliente e/ou ambiente ou para um e/ou  outro, com o objetivo de diminuir ou eliminar suas condições entrópicas.

           Sistema de enfermagem é o agregado dos serviços de enfermagem integrantes de todas as instituições que prestam serviços  e  distribuem bens de saúde, na área considerada.

      Entre os aparelhos prestadores de assistência de enfermagem podemos citar os Departamentos, Divisões, Serviços ou Seções de enfermagem dos Ministérios, Secretarias Estaduais ou Municipais de Saúde, Hospitais, Centros ou Postos  de  Saúde, que constituem subsistemas do sistema de saúde.



Dados Internacionais de catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
               

Paim, Rosalda N. C.
        Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética  /  Rosalda Paim
        Técnica : Marcos Antonio de Oliveira  - Lambari ;
        Cel Informática & Editoração Ltda, 2000. 224 p.

1 - Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética


Todos os direitos reservados ao autor
               copyright by Paim, Rosalda C.N. 

(A reprodução integral ou parcial deste texto somente é permitida com créditos para o autor e link para a página de onde foi transcrito).

sábado, 25 de junho de 2011

Trabalhos de Edson Paim e Rosalda Paim, publicados em Portugal


SAPO SABER (Portugal) publica a matéria intitulada

PERSPECTIVA CIBERNÉTICA

Edson Paim 
                   
                   Rosalda Paim
 
CONFIRA!
Clique no seguinte LINK: 


http://saber.sapo.mz/wiki/Perspectiva_Cibern%C3%A9tica

terça-feira, 21 de junho de 2011

Todos elogiam a «Presidenta» da Assembleia da República

 

Assunção Esteves é uma figura respeitada por todas as bancadas. Nobre diz estar feliz

Por: Filipe Caetano  |  21- 6- 2011  19: 17
Há cada vez mais mulheres em lugares de prestígio na política. No Brasil, Dilma Rousseff passou a envergar o título de Presidenta, ainda que em português não exista essa palavra, e no Parlamento português também já foi usado o mesmo termo a propósito de Assunção Esteves, a primeira mulher a presidir a Assembleia da República.

O termo foi utilizado por Miguel Relvas, o novo ministro adjunto dos Assuntos Parlamentares, o único membro do Governo hoje empossado presente no hemiciclo. Considerou que o expressivo resultado de Assunção Esteves e «a tranquilidade demonstrada na reação de todas as bancadas» são a demonstração clara de que «a seriedade, isenção, sabedoria, qualidade e abertura à sociedade serão valores permanentes nos próximos quatro anos no desempenho» do mandato.

«Para além dos discursos, as atitudes têm mesmo de ser para valer na capacidade de sermos tolerantes, de sabermos ouvir, mesmo aqueles que connosco não concordam e será sempre a partir da força da divergência que saberemos encontrar os caminhos das soluções que temos de ser capazes de construir para o nosso país», acrescentou Miguel Relvas.

Mais discreto foi Fernando Nobre, que se sentou na quinta fila do Parlamento e assistiu a todo o ritual de tomada de posse com calma e aparente distanciamento. Depois de perder por duas vezes na eleição de segunda-feira, o deputado independente eleito pelo PSD viu Assunção Esteves ser eleita à primeira e com uma votação que ultrapassa o número de deputados do PSD e do CDS. Aos jornalistas, já no exterior do hemiciclo, Nobre manifestou-se «muito feliz» com a eleição da sua colega de bancada. Disse ainda estar convicto de que Assunção Esteves exercerá satisfatoriamente as funções para que foi hoje eleita: «Não tenho a mínima dúvida».

Todos elogiam

O elogio a Assunção Esteves foi unânime. Todas as bancadas parlamentares saudaram a sua eleição como Presidente da Assembleia da República (PAR), mas houve uma especial.

Maria de Belém, sua amiga e líder parlamentar interina do Partido Socialista. «Foi a nossa primeira escolha, disse, não deixando duvidas sobre a influencia do PS nesta eleição. De resto, destacou o facto de se tratar de uma mulher com « onga carreira política, exercida de forma livre». «Os princípios enquadrarão a sua acção», concluiu.

O candidato a líder parlamentar do PSD Luís Montenegro sublinhou, por seu lado, o «orgulho e a confiança» da bancada na nova presidente da Assembleia da República, «uma personalidade altamente qualificada e altamente prestigiada. Enalteceu ainda a «grande tolerância com o pensamento contrário» de Assunção Esteves, considerando que é por isso seguro que o Parlamento terá uma «presidente com elevado sentido de Estado» e que estará «à altura das responsabilidades que lhe foram de uma forma muito expressiva confiadas hoje».

«Este dia é um dia histórico para a democracia. Quero repetir: temos muito orgulho e muita confiança na senhora presidente da Assembleia da República», reiterou, acrescentando: «Disse que este era o dia mais alegre da sua vida, quero dizer-lhe que a sua alegria é a nossa alegria e é a alegria da democracia», afirmou o candidato à liderança da bancada do PSD.

Dos restantes partidos, Nuno Magalhães (CDS) prometeu «cooperação e lealdade», Bernardino Soares (PCP) sublinhou o «largo consenso» e recordou Jaime Gama, Luís Fazenda (BE) prometeu «lealdade» e Heloísa Apolónia (Os Verdes) gostou do discurso e da vontade de «pluralidade».

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Passos Coelho: «Hoje é um dia grande»

Líder do PSD sai de casa às 9h30 e vai reunir-se com a comissão política. «Há muito trabalho a fazer»

Por: tvi24 / JF  |  6- 6- 2011  11: 46
Passos Coelho
Pedro Passos Coelho dormiu pouco. Depois de uma noite de festa, em que foi eleito com maioria - conseguindo alcançar a maioria absoluta em coligação com o CDS -, social-democrata saiu de casa às 9h30. «Há muito trabalho a fazer. Hoje é um dia grande», disse aos jornalistas que o aguardavam à porta de casa, em Massamá.

O líder do PSD irá reunir-se esta tarde com a comissão política nacional, mas durante o dia terá outros contactos para fazer, com certeza tendo em vista a formação do próximo Governo.

Pronto para «assumir a responsabilidade» que a votação de ontem à noite carrega, Passos Coelho revelou ainda aos jornalistas que não falou com o Presidente da República.

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domingo, 1 de maio de 2011

Fátima «agradeceu» ao Papa amigo

Cerimónia foi acompanhada no maior santuário mariano português por muitos fiéis. 

Há quem tenha feito mais de 200 quilómetros para mostrar a sua gratidão

Fátima
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A cerimónia de beatificação de João Paulo II, Papa devoto a Nossa Senhora de Fátima e que visitou o santuário por três vezes durante o pontificado, foi acompanhada por muitos peregrinos na Cova da Iria.

Fiéis portugueses foram a Fátima mostrar a sua gratidão.

Há quem tenha feito 220 quilómetros a pé. Dizem que João Paulo II «marcou uma era».