segunda-feira, 12 de janeiro de 2015


Cristiano Ronaldo: de garoto mimado a craque mundial

Além de sua imagem de "garoto mimado", Cristiano Ronaldo é um atleta fora de série que atingiu em 2014 a plenitude de sua carreira pelo profissionalismo e nas estatísticas impressionantes, conquistando nesta segunda-feira sua 3ª Bola de Ouro.


Perto de completar 30 anos, a estrela portuguesa parece estar no auge: sua eficiência frente ao gol é incomparável e o atacante superou pelo segundo ano consecutivo seu grande rival, Lionel Messi, acabando com a hegemonia do argentino, que monopolizou o título de melhor jogador do ano entre 2009 e 2012.
Cinco anos e meio depois da transferência de "CR7" do Manchester United para o Real Madrid no valor de 94 milhões de euros, um recorde na época, o prêmio recebido nesta segunda coroa um astro planetário, muitas vezes ofuscado pelos ares de galã vaidoso e cheio de si, mas capaz dos maiores feitos num campo de futebol.
"É um ano inesquecível", comemorou Cristiano Ronaldo em maio, depois de conquistar a 10ª Liga dos Campeões da história do Real Madrid. Em 2014, o português venceu também a Copa do Rei, a Supercopa da Europa e o Mundial de Clubes.
Em 2008, uma primeira Liga dos Campeões, vencida com o Manchester United, seguida de uma primeira Bola de Ouro, já premiavam o crescimento desse jogador excepcional, descoberto no Sporting por Sir Alex Ferguson, lendário técnico dos 'Diabos Vermelhos' que levou o português para brilhar em Old Trafford (2003-2009).
O reconhecimento do grande público, porém, tardou a chegar, muito em função da imagem de jogador vaidoso e metido de CR7.
"Por eu ser rico, bonito e um grande jogador, as pessoas têm inveja de mim", declarou em 2011.
O atacante, multi-milionário, também chocou uma Espanha em crise, em 2012, ao dizer que estava "triste" com sua situação no Real, poucos meses antes de renovar o contrato com o clube até 2018, com um salário de 21 milhões de euros por ano, de acordo com a imprensa do país.
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De família modesta, zombado pelo forte sotaque da Ilha da Madeira quando deixou a terra natal para dar continuidade a formação em Lisboa, aos 12 anos de idade, Cristiano Ronaldo tirou as frustrações no trabalho.
Ronaldo é, segundo seu treinador no Real, Carlo Ancelotti, um "profissional fantástico" com um estilo de vida saudável e focado. "Quando Cristiano joga, é como se a gente já começasse vencendo por 1 a 0", brincou o técnico italiano.
Os números, porém, confirmam o elogio: em 2014, o português anotou 61 gols em 60 jogos, contra 58 do rival Messi. CR7 estabeleceu também o recorde de gols marcados em uma única edição da Liga dos Campeões (17), foi o último artilheiro do Campeonato Espanhol (31) e já marcou 26 gols em apenas 18 rodada da atual Liga.
Rápido e forte (1,85 m, 80 kg), habilidoso das duas pernas e bom no jogo aéreo, Ronaldo se tornou o maior artilheiro da história da seleção portuguesa. Esse recorde, porém, não esconde a falta de títulos com Portugal, com o qual foi eliminado na fase de grupos da Copa do Mundo no Brasil-2014 e, na Euro-2004, foi superado pela zebra grega na final da competição, disputada em casa.
Fora de campo, o garoto-propaganda de uma dezena de marcas, incluindo uma linha de roupas íntimas masculinas, vive uma vida de estrela de cinema ao lado da namorada, a modelo russa Irinia Shayk.
Os anos parecem ter apaziguado esse "self-made man", que fará 30 anos em fevereiro. Mais maduro, mais altruísta em campo, Ronaldo já pensa na marca que deixará na história, com a ambição de "ser o melhor jogador de todos os tempos".
"Quando terminar a minha carreira, vou parar para ver as estatísticas para saber se estou entre os melhores e certamente estarei", já previu o craque.

domingo, 13 de julho de 2014

Queda de peças de avião da TAP causa danos em viaturas e habitação

Publicado ontem

 
 
foto Gonçalo Villaverde/Global Imagens
Queda de peças de avião da TAP causa danos em viaturas e habitação
Viatura danificada em Camarate
 
Duas viaturas e uma habitação em Camarate, Loures, ficaram, este sábado de manhã, danificadas depois de várias peças terem caído de um avião da TAP, quando o aparelho descolava com destino ao Brasil.
Segundo fonte do comando de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (PSP), foram recolhidas no local 30 peças, a maior das quais com cerca de quatro centímetros, depois de testemunhas terem dado conta do incidente junto da esquadra de Camarate.
A mesma fonte disse que, na sequência da queda das peças do avião da TAP, duas viaturas ficaram com os vidros partidos e uma habitação ficou com os estores danificados.
Acrescentou, ainda, que não houve registo de feridos, apenas danos materiais.
O incidente aconteceu por volta das 10.30 horase, segundo fonte da TAP contactada pela Lusa, envolveu um Airbus 330 com 268 pessoas a bordo que seguiam com destino ao Brasil.
A mesma fonte da TAP disse também que o avião teve um problema num reator e que o aparelho foi entregue às equipas de manutenção, estando imobilizado para ser avaliado e reparado.
Afirmando que o avião aterrou no aeroporto da Portela por volta das 11.30 horas e que "tudo correu bem na aterragem", a mesma fonte disse que a companhia aérea está agora a procurar "a solução mais rápida" para levar os passageiros a São Paulo.


 

sábado, 31 de maio de 2014

Tabagismo e saúde não conjugam

Por                              

Portugal aprovou a Convenção-Quadro da OMS para Controlo do Tabaco, de 2003, em Novembro de 2005 e desde então, apesar de alguma lentidão e hesitações no processo legislativo, tem dado passos seguros.
        


Quem fuma vive menos e vive pior. O tabaco está comprovadamente associado a um conjunto de doenças que geram perda de qualidade de vida e contribuem para uma morte mais precoce. Quem fuma tem maior risco de hipertensão e de aterosclerose, insuficiência cardíaca e respiratória, menos resistência ao esforço, menor memória, impotência sexual mais precoce, maior risco de enfarte do miocárdio e de acidente vascular cerebral.
Quase todos os cancros aparecem mais nas pessoas que fumam, mesmo naquelas localizações que se pensaria não serem influenciadas pelo tabaco, como o intestino e a mama. Não é só, longe disso, o cancro do pulmão e o da boca que podem surgir nos fumadores.
A prevalência global de fumadores em Portugal ronda os 20 %, consoante as fontes. No entanto, em torno dos 40 anos, cerca de 40% dos homens e 20% das mulheres fuma, como o Eurobarómetro de 2012 mostra. Nos últimos anos temos assistido a um crescimento do número de mulheres fumadoras com aumento do cancro do pulmão (que até aqui predominava nos homens) e de problemas obstétricos nesta população feminina.
As principais causas de morte, em 2012, ainda eram as doenças cardíacas e vasculares e o cancro. São causas evitáveis com medidas como o abandono do tabagismo.
Devido a doenças relacionadas com o tabaco, em 2011, morreram quase 27 mil das cerca de cem mil pessoas que morrem anualmente (Relatório DGS, 2013). Quatro mil morreram antes de completarem 65 anos. Se formos mais restritivos na análise, como Borges et al. em 2009, teremos cerca de 12 mil mortes anuais relacionadas com o tabaco. Corresponde a 35 mortes por dia.
A epidemia do tabagismo é provocada pelo homem. Por isso está também na nossa mão combatê-la e salvar vidas. Também foi o homem a desencadear a reflexão das suas consequências e a meter-se ao caminho. Na maior parte dos países, o debate partiu da ciência, dos médicos, para a esfera da decisão política, e o debate acendeu-se e tornou-se mediático. Fumar já não confere status ou glamour, bem pelo contrário, os mais pobres e os países mais pobres são os mais afetados.
A maioria das medidas que demonstradamente são eficazes para combater o tabagismo passa pelo controlo do acesso ao tabaco, atuar na publicidade, aumentar preços, limitar espaços onde se pode fumar e informar de forma sistemática sobre os riscos e prejuízos potenciais para quem fume. É preciso proteger as crianças, os trabalhadores e os não-fumadores da exposição passiva ao fumo, ao mesmo tempo que se tem de investir na ajuda à cessação tabágica, matéria em que a limitação dos espaço disponíveis para fumar tem um impacto significativo.
Há um conflito de interesses irreconciliável entre os interesses da indústria do tabaco, o interesse público e a saúde. A indústria do tabaco tem poder económico que usa para interferir com o poder político, exagerar sobre o seu peso na economia dos países, cria grupos de apoio e de pressão, tenta desacreditar a ciência e as provas existentes e, em última análise, usa a via judicial para defender os seus produtos nefastos (Tobacco Industry Interference; a Global Brief, OMS 2012).
O tema de 2014 para o Dia Mundial sem Tabaco é o das" Taxas e Impostos sobre os produtos com Tabaco". Apesar de muitos usarem o argumento da diminuição do retorno fiscal como razão de se manter e proteger o uso de tabaco, a verdade é que impostos mais altos têm efeitos indiscutivelmente benéficos, porque levam à diminuição do consumo e da carga de doença e, a médio prazo, os ganhos de saúde para a população são largamente compensados pela redução da receita. São os grupos socioeconomicamente mais débeis, onde a probabilidade de morrer é maior, que mais beneficiam com o aumento dos impostos sobre o tabaco.
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, há, pelo menos, 200 mil mortes anuais de trabalhadores relacionadas com a exposição passiva ao fumo de tabaco. Daí a atenção dada à proteção dos trabalhadores da restauração e dos bares sujeitos à exposição prolongada ao fumo de tabaco. Nos EUA, a primeira interdição de fumar, a dos aviões comerciais, foi essencialmente exigida pelos sindicatos do pessoal de cabine. O Livro Verde Por uma Europa sem fumo: opções estratégicas a nível comunitário, da Comissão Europeia, deixa claro que não há impacto negativo no sector da restauração por restrição de fumo no interior das instalações.
O Estudo da DGS, Infotabac 2011, mostra que a maioria dos inquiridos, mais de 90%, tinha uma opinião favorável quanto à restrição de fumar em locais de uso público.  Um estudo do Eurobarómetro, divulgado em maio de 2007, já revelava que Portugal era o país com maior percentagem de apoio a medidas de restrição ao fumo em restaurantes (84%) e bares (74%), com valores de aprovação superiores a 90% para outros locais públicos.
A maioria dos fumadores quer deixar de fumar e concorda com as medidas que lhes reduzam a oportunidade para consumir tabaco. 99% (noventa e nove) dos fumadores começam a fumar antes dos 25 anos. 77% (setenta e sete) antes dos 18, 22% (vinte e dois) antes dos 15 anos, e 5% (cinco) antes dos dez. A dependência foi estabelecida, na esmagadora maioria dos fumadores adultos, quando eram crianças ou adolescentes. É neste grupo que precisamos de investir mais e mais cedo. Mais importante do que abandonar o vício, é impedir que ele comece.
Vale a pena ter os dentes estragados e amarelos, mau hálito permanente e rugas mais cedo? Será que os nossos jovens têm consciência disto tudo? Fumar não está associado a melhor aparência. Dentes com tártaro e dedos amarelos não se conjugam com juventude nem com saúde.
Secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Revolução dos Cravos representa liberdade para os portugueses, diz embaixador

 

 

  • 25/04/2014 05h51
  • Brasília
  • Danilo Macedo - Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto          
Portugal comemora 40 anos da Revolução dos Cravos
Portugal comemora 40 anos da Revolução dos CravosAgência Lusa
Em 25 de abril de 1974, desabrochava em Portugal a Revolução dos Cravos, ação liderada pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) e que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, criado por Antônio Salazar em 1933. Com a adesão em massa da população, a resistência do regime, enfraquecido militarmente, foi praticamente nula. A população distribuiu cravos vermelhos aos soldados, que os colocaram nos canos de seus fuzis, transformando a flor no símbolo da Revolução de 25 de Abril, como também é chamada.

Em entrevista à Agência Brasil, o embaixador de Portugal no país, Francisco Ribeiro Telles, que está em Lisboa para as comemorações dos 40 anos da revolução, disse que, para os portugueses, o movimento está fortemente associado à liberdade e à democracia. “Portugal está em festa porque o 25 de abril restituiu a liberdade: de pensar, de escrever, de se reunir e poder se manifestar”.

Telles conta que um dos principais pilares da revolução foi a independência das colônias portuguesas na África. “Era patente a insatisfação dos militares com as guerras na África. Estávamos na contramão da história. Outros países da Europa Ocidental já haviam descolonizado”, disse. O atraso na descolonização fez com que Portugal fosse condenado nas instâncias internacionais e se sentisse isolado em sua política externa.
A insatisfação também atingia a sociedade portuguesa. “Na fase final, havia enorme saturação da guerra, transformando-se em problema social. Filhos dos portugueses tinham que ir lutar. Quase metade do orçamento do país era esforço para a guerra”, explica o embaixador. De acordo com dados publicados pela Agência Lusa, as Forças Armadas contabilizavam 243.795 homens em 1974. Durante a chamada Guerra Colonial, entre 1961 e 1974, cerca 117 mil militares combateram anualmente em Angola, na Guiné-Bissau e em Moçambique, com um total de 8.831 mortos e 100 mil feridos.

Nos últimos 40 anos de democracia, esse número diminuiu 85%, caindo para cerca de 35 mil. O embaixador português disse que, na década de 1970, Portugal tinha as Forças Armadas preparadas para a guerra e que a redução do efetivo reflete um “país em paz com sua história” e que não tem necessidade da mobilização da época.
Telles relatou que a revolução e a descolonização foram a oportunidade de o país se democratizar, culminando com a entrada em vigor da Constituição de 1976, no mesmo dia 25 de abril. Ele acredita que, “de certa forma, o que ocorreu em Portugal veio influenciar o que aconteceu no Brasil” anos depois, com o fim da ditadura, e cita a letra de Fado Tropical, música composta por Chico Buarque ainda em 1973, que dizia: “Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal. Ainda vai tornar-se um imenso Portugal”.

 
 
 
 

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segunda-feira, 3 de março de 2014

Noni: a planta que cura 27 enfermidades

A planta chegou à Universidade Federal do Piauí há quatro anos e vem sendo alvo de diversos estudos

27/01/2009 11:28
 
Vez por outra, uma planta aparece no cenário nacional com a promessa de curar vários tipos de doenças. Em alguns casos, a fama é comprovada, em outros, os efeitos colaterais acabam por desmistificar o uso exagerado. Há algum tempo, os piauienses conheceram uma planta comum do Taiti, chamada popularmente de Noni. Muitos pesquisadores estão estudando os efeitos de seu fruto e já comprovaram, com 75% de eficiência, os efeitos positivos para a cura de 27 enfermidades. 

A planta chegou à Universidade Federal do Piauí há quatro anos e vem sendo alvo de diversos estudos. O fruto noni, que lembra uma graviola ou fruta do conde, é transformado em suco e misturado com suco de uva ou goiaba, em proporções já estabelecidas. O suco combate, entre outras doenças, artrite, artrose, reumatismo, diabetes tipo 1 e 2, dores de cabeça, impotência sexual, perda de peso e hipertensão. A planta pode chegar a três metros de altura e produz durante o ano inteiro. 

O professor do curso de Agronomia e coordenador do Núcleo de Plantas Aromáticas e Medicinais da UFPI, Francisco Rodrigues Leal, diz que o noni já tem seu espaço garantido na Fitoterapia. “É uma fruta com um sabor e um cheiro diferentes que, aos poucos, a gente se acostuma. No seu país de origem, a fruta é largamente consumida in natura, como nós comemos a goiaba aqui”, comentou o professor. 

De acordo com informações de Francisco Leal, o noni funciona porque tem como princípio elevar a imunidade da pessoa e recuperar as células danificadas. “Além, é claro de toda a riqueza de vitaminas e aminoácidos contidos na fruta”, disse. O concentrado deve ser feito na seguinte proporção: 89% da polpa da fruta e 11% de suco de uva ou goiaba. “Se o paciente fizer em um copo de 100ml deve usar 60% de polpa e 40% de suco de uva ou goiaba”, disse. 

A empresária Margarida dos Santos, de 55 anos, já pagou caro pela garrafa de suco comercializada no Brasil. “Comprei a garrafa em São Paulo. Eu sofria de refluxo gastro-esofágico e depois de 15 dias tomando o suco o problema começou a diminuir — já o remédio não tinha adiantado. O bem-estar aumentou, a pele melhorou bastante e meu cabelo parou de cair como vinha acontecendo de forma dramática. Já tomo o suco há três meses, de manhã em jejum”, informou. 

Francisco Leal alertou, porém, que cada caso é um caso. O paciente deve procurar orientação de um fitoterapeuta, para não correr o risco de usar medidas diferentes ou simplesmente não saber o tempo correto do tratamento. O setor de agronomia da UFPI conta hoje com pouco mais de cem plantas de noni e distribui mudas, em pequena quantidade, para a população.

Produto ainda não tem registro na Anvisa

A popularidade do Noni em alguns países está intimamente ligada ao seu poder terapêutico. Em 2003, a fruta virou febre nos Estados Unidos, que por lá, é misturada com blueberry ou cranberry. Em tempo: o cranberry, uma frutinha vermelha do Hemisfério Norte, é parente da groselha e, acredita-se, do cupuaçu. De acordo com estatísticas de 2003, uma garrafa do suco era vendida a cada dois segundos (ou menos) pelo mundo afora — sem falar das cápsulas e dos chás. Muitas pessoas também revendem o suco na Internet. 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa - informou, em maio de 2007, que o noni não possui histórico de consumo no Brasil e, portanto, a comercialização de qualquer alimento contendo esse ingrediente só será permitida após a comprovação de sua segurança de uso e registro na Anvisa. Ressaltou ainda que, de acordo com o artigo 56 do Decreto-Lei nº. 986/69 os produtos com finalidade terapêutica ou medicamentosa não são considerados alimentos. 

A Secretaria Estadual de Saúde de Goiás e de vários outros estados brasileiros proibiram a comercialização do suco vendido no Brasil, exatamente por causa da não comprovação da segurança da Anvisa. Controvérsias à parte, quem faz uso do suco do noni diz que seus efeitos são únicos e não se arrependem de tomar, diariamente. 

Fonte: Katiúscia Alves / Jornal O Dia
Edição: Portal O Dia
Repórter: Portal O Dia

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

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